Gestão Rural #30

A solução dos seus problemas está dentro do seu negócio

09/06/2022

Neste episódio da série Gestão Rural, conversamos com o Antônio da Luz sobre como o produtor deve se comportar dentro da propriedade.

Nesta conversa com o Antônio da Luz, falamos sobre como a solução dos problemas podem estar dentro do negócio. Alguns pontos que abordamos com ele foram:

 

  • A verdadeira quantidade de subsídios que a agricultura brasileira recebe;
  • Quais indicadores o produtor deve focar, se quiser implementar a gestão através deles;

SE QUISER ENTRAR EM CONTATO COM O ANTÔNIO
Antônio da Luz | LinkedIn


O podcast Gestão Rural é uma parceria entre o Agro Resenha e a SCADIAgro.

Ainda que o nosso país seja uma potência produtiva no campo, ainda há muito a ser conquistado quando o assunto é gestão de propriedades rurais. Ao disponibilizar conteúdo simples, acessível e gratuito, podemos ajudar a levar conhecimento aos ouvintes e iniciar o processo de mudança de mentalidade nos profissionais do campo.

Na primeira semana de cada mês, estaremos no ar com um novo episódio falando sobre gestão econômica, gerencial e fiscal de produtores rurais em uma conversa descontraída, mas com muito conteúdo relevante.

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Transcrição do podcast


    • Vinheta    00:04 Agro resenha podcast apresenta.Vinheta    00:09 Gestão rural. O podcast, que facilita o entendimento sobre gestão de fazendas, um oferecimento de SCADIAgro, o software de gestão feito para o produtor rural. 

      Paulo    00:26 

      E aí pessoal, estamos conversando mais um episódio dessa série sobre gestão rural, que é um tema tão importante, para o avanço sustentável do agronegócio sempre aqui com meus parceiros da SCADIAgro que a gente vai compartilhar. Além de boas histórias, muito conhecimento sobre gestão de propriedades rurais. Então se prepare que a partir de agora o seu tempo vai passar com muito mais conteúdo e assim já é de casa. Já nem sei se eu quero te apresentar, viu, Antônio? Mas eu vou te apresentar porque eu sou desses. Quem está aqui com a gente é Antônio da Luz, CEO da Agromoney assessor econômico e economista chefe da Farsul e que teve com a gente vários episódios. Aí já nem sei contar mais quais episódios.

       

      Gabriel    01:06 

      5-6 e o 22. 3 Episódios já.

       

      Paulo    01:09 

      Número 30, cara, você está a 3 dezenas do nosso canal.

       

      Antônio    01:15 

      Cara, como é que eu fiz o 6 o 5?

       

      Paulo    01:18 

      O 5 e o 22

       

      Gabriel    01:20 

      Olha aí cara

       

      Antônio    01:20 

      Multiplicação do 6 e do 5 é isso mesmo? 

       

      Gabriel

      6×5, 30.

       

      Antônio

      nossa cara, isso tem que ter uma coisa acabaria aí. Tem que ter alguma coisa cabalística aí

       

      Paulo   01:29 

      O Antônio, como vocês já sabem, ele é economista pela universidade federal do Rio Grande do Sul e fez seu mestrado em economia aplicada, mestrado e doutorado, né?

       

      Gabriel  01:39 

      É doutor, doutor Antônio,  é porque? passou um trabalho aí, tem que usar esse dr aí?

       

      Paulo   01:47 

      desenvolvimento econômico lá, regional pela PUC do Rio Grande do Sul. Antônio, muito obrigado por estar aqui com a gente. Seja bem-vindo à gestão rural novamente, cara.

       

      Antônio    01:57 

      ah, obrigado, Paulo, que bom tá contigo. É um prazer estar com vocês, prazer estar com essa enorme audiência do podcast e pra mim é sempre um privilégio estar nos 2 lados do podcast. Eu, eu que estou geralmente mais do lado o ouvinte. Hoje estou aqui tendo a oportunidade de mais uma vez nesse episódio 30 estar junto de alguma forma colaborando com a com essa audiência qualificadíssima de vocês.

       

      Paulo    02:47 

      Legal, legal o pessoal fala assim “ah vocês estão juntos, ele não a gente só ficando hoje”. E aí, Jonas, como é que você está, cara? O Gabriel? Já sei como é que ele está, eu sei como é que ele tá.

       

      Jonas    02:59 

      Olha eu, sinceramente, vocês dois  juntos não tenho condições. Tudo bem, estamos bem, eu já sentei aqui na arquibancada, já peguei meu chimarrão já para escutar essa aula.

       

      Gabriel  03:10 

      Verdade, 

       

      Paulo

      isso aí é isso aí, aula aula.

       

      Gabriel    03:12 

      Hoje é um showzinho, né? Hoje é showzinho.

       

      Paulo    03:16 

      Aviso  da aula chegando.

       

      Antônio    03:18 

      Bom, vamos baixar um pouco dessa expectativa aí, porque eu não. Depois eu tenho que entregar, né?

       

      Gabriel    03:23 

      Não, não, não, a galera pediu está de volta aqui, ó Pediram vão escutar agora?

       

      Paulo    03:29 

      O António, assim seja, é de casa, não é cara o pessoal que queira conhecer um pouco mais de você, da sua história, né? Da sua jornada. Aí a gente comentou bastante no 5 no 6 e no 22 Mas eu queria já começar com o pé na porta aqui, que é o seguinte, eu vi um vídeo seu agora recentemente, não é? Em que você fala da quantidade de subsídio que a agricultura Brasileira recebe e mostrando que é muito menor do que a maioria das pessoas pensam, não é? Inclusive, você citou que a agricultura da Nova Zelândia, por exemplo, recebe muito mais subsídio que a nossa. E quando se coloca em termos proporcionais, né, comenta um pouco pra gente sobre essa questão. Esse Panorama pra gente já começar um negócio aqui no 12 já.

       

      Antônio   04:18 

      Cara, esse é um assunto muito intrigante e que eu vou te dizer que está dentro daquela série de coisas que nós olhamos no material escolar e nós que somos pais né eu que sou pai de um adolescenteToda vez que temos a oportunidade de olhar o material escolar, a gente sempre leva um susto. E se incomoda com uma série de coisas. E aí, como vai fazer algumas pesquisas e a gente fica tentando entender o porquê daquela forma e porquê as pessoas estão tratando abordando aquilo daquela forma? Ah, eu vou dizer um negócio. Às vezes é por falta de contraponto. E é essa questão do subsídio agrícola que nós tivemos uma visita de um candidato à presidência da República na nossa casa da farsul na Expointer. E, poxa, o cara foi super grosseiro. Enfim, um candidato que estava tendo uma passagem é muito pouco. É muito pouco notada e ele é um político experiente. Queria achar um lugar para fazer algum barulho para, enfim, ganhar algum tipo de atenção. E aí foi lá e foi e ele veio com um discurso assim já pronto e falou que a agricultura recebia 150 bilhões de reais de subsídio e que isto resolveria o problema do superávit primário, né? Há, é, e aí, isso é um político de esquerda. Só que eu vejo  intelectuais, de direita, pessoal liberal. É lá dizendo, reclamando que a agricultura Brasileira recebe muito subsídio. Que bom mesmo é a Nova Zelândia que nós temos que aprender com a Nova Zelândia e tal. E aí a gente fica olhando essas besteiras, não é isso, gente? Pelo amor de Deus, gente, vamos dar uma estudada, não é? Então, o problema não é o problema, é ambidestro, né? Que é tanto a direita quanto a esquerda, está falando uma coisa que não faz o menor sentido, né? É, então porra, vamos, vamos vamos vamos para os números e e aí a gente vai para, para, para, para, para canais como YouTube, coisa do tipo, você vai lá ver o que tem sobre o assunto, o cara só tem gente dizendo, mas a coisa assim a Repetindo um clichê. Há porque subir. É isso, cara. Não é mais assim, não é mais assim. Então eu fiz esse vídeo muito mais para para até nem é um vídeo assim, muito, muito gostoso assim, digamos viver. Eu estou falando agora como alguém não com quem com os olhos de quem produziu, mas com os olhos de quem assiste muito. Consome muito de conteúdo, ele não é o conteúdo mais agradável do mundo, tá cheio de gráficos, sim, de números, de não sei o quê. Geralmente pessoas, né, nós estamos vivemos uma geração de toque, não é a pessoa que é em em 1 minuto que tu diga tudo e não mostra nada, né? É, mas não tem como, então eu fiz algo muito mais por meio acadêmico, que é onde essas coisas ganham ressonância e vão sendo multiplicadas. Há, então eu peguei os dados da OCDE. É que mostram os subsídios em vários países do mundo. Há e que demonstra que o Brasil recebe menos subsídio que a Nova Zelândia. O Brasil das grandes agriculturas do mundo é que menos recebe subsídios. Isso quem não está dizendo não sou eu, é OCDE e quando nós olhamos o que está acontecendo ano a ano no Brasil, o número só cai, cai, cai, cai, cai ou seja, uma coisa que gera a mínima está cada vez menor. É, eu vou dizer um número aqui para termos uma ideia. Em 2010 o Brasil recebia 68 dólares por tonelada produzida, hoje recebe oito. Sabe quanto é que hoje nós recebemos ? 8. Sabe quanto é que recebe a queridíssima dos liberais, a Nova Zelândia? 191 Sabe quanto é que recebe a União Europeia, 367, o Brasil recebe 8, 8,  Estados Unidos, 78 então, nós somos um país que tem uma uma participação muitíssimo pequena quando nós comparamos O quanto que é o subsídio? Comprar da receita da agropecuária brasileira, dá um vírgula trinta e cinco por cento, que não é nada, na união europeia, por exemplo, é quase 20%. Então é, é isso. Nós estamos falando do ano de 2020. 2021 e 2022 Esses números são bem menores, mas aqui a OCDE ainda não. Não, não trouxe, mas quando a gente olha lá no portal da transparência, nós vemos que caíram os resultados e aí eu falando em portal da transparência. É, eu mostro no vídeo também é eu faço um passeio no portal da transparência para tentar parar para quê não é não é com outra ou com outro objetivo que não seja ensinar as pessoas a olhar com os seus próprios olhos. A navegar  por si, ou seja, eu não quero que acreditem, eu não quero que ninguém confirme, eu quero que aprenda a ir lá olhar. Então eu fui lá no portal da transparência e mostrei que dão no valor que é orçado. Então veja o orçamento AO subsídio no Brasil, já é baixíssimo. Comparado internacionalmente, só que no conforme mostra o portal da transparência. O que o governo gasta com agricultura é 0,3 % do orçamento 03 Só que tem um detalhe do que o governo orça, ele costuma gastar efetivamente cerca de 55 % do que ele. Orça, então quer dizer. O orçamento já é uma mixaria. E executa um pouco mais da metade todo o Santo ano. E aí, quando nós pegamos desse valor que efetivamente é gasto, que é um pouco mais da metade do que é orçado, que por sua vez já seria uma mixaria dentro do orçamento da união. Nós temos que tirar o fundo café, porque o fundo café, não é dinheiro do Tesouro, não é? É dinheiro dos próprios cafeicultores, e essa é a maior rubrica. E aí eu tiro, o fundo café, tá beleza. Agora eu tenho que tirar todos os gastos administrativos, não é? Porque nós temos um Ministério da agricultura em Brasília e depois um cada unidade de federação. Com mais de 25000 funcionários. Nós temos 27 superintendências da Conab e mais a central em Brasília. Nós temos várias Embrapa, nós temos um, então tu tem todo o gasto que não é com o agricultor. É para manter a máquina e para cada 2 reais para cada dois reais que chegam no fim, um fica no meio. Tamanho é o gasto, então eu pergunto, será que seu subsídio agrícola, subsídio agrícola, que vai procurar ator nos outros países, vai lá pro bolso por ator? Eu pergunto isso, isso é dinheiro produtor? Aí nós vamos olhar coisas, por exemplo, defesa sanitária, defesa sanitária. É lógico que ela interessa para o agricultor, mas interessa o consumidor também. Interessa até mais pro consumidor do que produtor é todo o sistema de vigilância sanitária, então tem muitas coisas que são, é? são colocadas no cálculo. Mas que não tem nada que ver com os interesses do agricultor enquanto indivíduo ou enquanto classe. Eles são interesses do estado ou interesses do governo, então e que estão lá na conta? Então aí quando a gente se dá conta só um minutinho. Pelos números do CDE nós já estamos lá embaixo, nós já somos um país que praticamente não tem subsídio nenhum. Aí quando a gente vê lá o que que tem, abre. É a metade do que diz ter. Aí pega o que realmente tem 45, 4 dos 10,bi, 4 bi e meio é, fundo café, tira o fundo café aí tem que tirar todo o custo é de que se paga de salário. Aí o que que sobra? Uma meia dúzia de pila lá pra, pila pra quem não sabe né, nós aqui do RS temos a mania de dizer que pila, é dinheiro, tá? Unidades monetárias.

       

      Jonas

      É dinheiro merreca

       

      Antônio

      é exato, pene, sendes, centavos, pilas. E então é um valor realmente muito pequeno. E quem vai lá no portal da transparência, quem vai no site do CDE fica com isso muito claro, mas o problema é que é muito mais fácil repetir clichês ou ou divagar sobre. É sobre platitudes do que é aprofundar o assunto, ir lá nas Fontes conferir o que está sendo feito. Então o objetivo desse vídeo era esse, era tentar dar uma esclarecida e mostrar também é isso? Talvez o vá fazer um outro vídeo é a medida que os subsídios aumentaram na Nova Zelândia, nos Estados Unidos, na Europa, não houve aumento de produção, pelo contrário. Pelo contrário.

       

      Jonas   13:39 

      Para manter o agricultor né

       

      Antônio    13:41 

      E o Brasil? À medida que caem os subsídios. Só aumenta a nossa produção. Nós temos que entender como classe, como produtores, como setor que somos, que à força para dentro da minha carteira. A minha força não está no governo. Não é por quem fica esperando coisa de governo. Senta, amigo, senta, amiga, mas senta confortavelmente. Não, não é assim. Sentar só por sentar, não vai sentar nos calcanhares, senta bem e espera. Por que vai demorar? A solução dos seus problemas não está no clima. Não está nos governos e não está nas entidades. A solução dos seus problemas está dentro do seu negócio. As entidades podem lhe ajudar de alguma forma. O governo pode lhe ajudar de alguma forma, sobretudo não lhe atrapalhando. O clima pode ajudar de alguma forma. Agora quem faz acontecer? É o produtor, é a produtora, é quem está com o manche na mão. É quem está, é o gestor da parada toda e é isso que faz acontecer. Até porque, vamos combinar, Paulo, Gabriel. E Jonas, o clima, as entidades e os governos são iguais para os produtores, que vão bem e para os que não vão bem, não é?

       

      Gabriel  15:14 

      Exatamente, exatamente.

       

      Vinheta    15:17 

      Gestão rural ou podcast que facilita o entendimento sobre gestão de fazendas?

       

      Gabriel   15:25 

      O Antônio e pegando esse teu gancho aí, cara, é de que tipo, a solução está dentro da porteira, não é? E está na tua mão e tal, é e também pegando até e esse é. Esse assunto né do subsídio. E a gente já vem falando de crédito aqui. Crédito subsidiado, quanto que já caiu e etc. E aí a gente entra num outro assunto que às vezes o produtor se perde também. E num episódio passado, aí é, tu já falou para a gente sobre esse assunto que é escala. E agora a gente sabe que tu tem dado, é uma nova abordagem nesse assunto e tu tem falado aí, que escala é igual colesterol, tem o bom e tem o ruim. Que história é essa, cara? Fala para nós aí um pouquinho sobre isso aí.

       

      Antônio    16:18 

      É em episódios anteriores, né? Eu tive a oportunidade de falar bastante sobre isso. Eu critico muito A escala como um fim em si mesmo, né? Ham, vocês sabem disso eu eu sou muito cético quanto, o sujeito de fazer mega investimentos à sem, aproveitá primeiro melhorar o que ele tem sem fortalecer o que ele tem ele sair aí espalhando o dinheiro por aí, ele termina. Muitas vezes tendo um resultado muito ruim, está sendo muito mal sucedido. E muitas coisas que induzem ao erro. Muitas decisões, não é? É que estão erradas, elas são induzidas por uma fascinação por escala que nem sempre funciona. Eu não estou aqui dizendo que escalar não é bom, está não escala, é maravilhoso o que eu estou dizendo é que nem todo o crescimento gera escala. Nem todo o crescimento, aliás. Todo o crescimento gera escala, mas nem todo o crescimento gera ganhos de escala que são coisas diferentes E e e eu já dei exemplos aqui em o o momentos anteriores sobre como às vezes a pessoa é, quer ser grande, quer ser grande, vira, vira, é um monstrengo, né? vira uma taquara, um bambu uma, até eu dizer dizer, eu disse que eu prefiro ser um baixinho e tacando que um grande mongolão, né e isso e isso acontece, o cara vira um grande, mongolão. Porque não ganha ele, ele, ele aumenta a escala para aumentar os ganhos de escala e às vezes as pessoas estão procurando, é a escala ao invés de tá procurando os ganhos de escala e que diabos é isso? Então tá bom, eu vou começar explicando dá da forma mais difícil a depois eu vou explicar mais fácil que é para dar o conceito da coisa, o que que é um grande escala. A grande escala é quando a margem de contribuição. Cresce numa velocidade maior ou num percentual maior do que crescer os seus custos fixos, que é a tua margem de contribuição? Então vamos lá. Isso é uma definição, tá? É que eu ganho de escala, é o crescimento da margem de contribuição, de um percentual numa velocidade maior do que os seus custos fixos. Porque bom, muito bem, é assim que se calcula, esse é um indicador, assim que eu calculo grandes capas, tá, mas que diabos é margem de contribuição? A margem de contribuição é o faturamento, menos os meus custos variáveis. Então eu tenho que ter uma a minha margem de contribuição, ela tem que ser grande o suficiente. Para pagar os meus custos fixos, custos e despesas fixas. E ainda me sobra o lucro, né? Então, o que acontece, eu preciso, quando eu for fazer um movimento de crescimento. Para eu preciso ter ganhos de escala. Então se eu sei que o meu ganho de escala é uma razão. Entre a minha margem de contribuição e os meus custos fixos e logo margem de contribuição da numerador não é o custo fixo, está no denominador. O meu ganho de escala, ele vai crescer diretamente, proporcional ao ao ganho, ao ganho da margem de contribuição, inversamente proporcional ao ao meu custo fixo. né uma matemática simples. Há muito bem. Para quem se perdeu nas minhas contas, não é? É, pensa que eu estou falando igual a Dilma? Depois tu dá pause aí, vê se eu não estou, escreve lá e vai ver que eu não estou falando igual a Dilma. Isso aí mesmo. Mas agora falando em língua portuguesa, tá? Comprou uma área nova ou arrendou uma área nova? Arrendou, tá? Vamos lá. Vou começar a coisa mais assim, arrendar uma área nova. Cara, tu vai pagar arrendamento na área nova, está aumentando o custo fixo. Aumentando o custo fixo bom isso já está dado. Agora você tem que olhar em cima dessa área. E tu tem que ter uma receita. O crescimento da receita tem que ser maior porque você aumentou seu custo fixo. Se não, tu não vai ter grande escala. Tu vai ter uma escala maior, mas vai ter perda, vai ter uma perda de escala. E é, eu vou dar outro exemplo. Eu tinha uma unidade de produção que tinha 5 tratores, 5 plantadeiras e 3 colheitadeiras. Aí agora. Para facilitar as contas de todo mundo, 5-5 e 5. Eu tinha 5 tratores, 5 plantadeiras, 5 pulverizadores e 5 colheitadeiras. Agora eu fui para uma área que é o dobro daquela que eu tinha certo? Se eu tiver que dobrar, sair de 5 tratores, 5 plantadeiras, 5 pulverizadores, 5 colheitadeiras para 10. Eu não tive grande escala. Não tive, tive que fazer 1 mega do investimento. Eu vou ter que pagar a prestação desse negócio todo? Eu vou, eu vou ter que contratar pelo menos mais 5. Operadores, Ham, eu dobrei.

       

      Jonas   22:03 

      Antônio, mas eu estou, mas eu estou ganhando, eu vou continuar ganhando.

       

      Antônio    22:07 

      Claro que está, principalmente dor de cabeça. problema máquina que estraga, funcionário que não vai, que briga com outro funcionário que dá em cima da mulher do outro, que não sei o que. Pô, é isso.

       

      Paulo   22:22 

      Isso acontece bastante.

       

      antônio   22:24 

      Cara, tu ganhou, tu ganhou escala, verdade. Mas não teve ganho de escala. Tu só está mais entretido. Ganho mais serviço.

       

      Jonas

      Menos tempo.

       

      Paulo   22:37 

      Tá acordando às 4 horas da manhã, é.

       

      Antônio    22:41 

      Então, essa questão do crescimento. Ela sempre tem que visar ganho de escala. Eu tenho que crescer para ter ganhos de escala. Eu vou dar um outro exemplo de custo fixo muito comum que aumenta. Então Antônio, então, o que está querendo dizer que eu tenho que crescer? Sem aumentar o custo fixo, não. Eu estou dizendo que tem que crescer mais do que o crescimento dos custos fixos, é isso que eu estou dizendo, mas tu vai ter aumento de custo fixo, é óbvio o que eu estou te dizendo é o seguinte, calcula, faz contas. Usa a razão, e não o coração. Faz as contas antes de fazer um movimento. Claro que isso não é lógico para um investimento desta monta. Como eu estou falando, já é ideal fazer uma análise, viabilidade econômica, fazer uma coisa bem feita. Agora, a forma de medir o ganho de escala, é assim, então eu tenho, é uma coisa bem simples de ser feita, então veja só, outra coisa, é muito comum a eu tenho meu um dinheiro meu, que é do meu giro do negócio bom praia um para eu aumentar eu vou precisar pegar dinheiro no banco. Quando o banco empresta o dinheiro para você. Ele não quer saber se vai chover, se não vai chover, se vai ter pragas e não vai ter. Eu não quero saber. Se ele quisesse saber, ele plantava. E o negócio dele não é plantar, é emprestar dinheiro. Então você foi lá com as suas pernas. Isso é bom lembrar, isso né. Desceu da sua caminhonete, do seu carro. Enfim, é com as suas pernas. E entrou na agência bancária. E, ele ainda teve que tirar o celular da chave, uma chatice entra na agência. Pô, cara, fez tudo para te dificultar. Ainda assim tu foi lá falar com o cara

       

      Paulo    24:39 

      um guerreiro, um guerreiro da luz.

       

      Antônio    24:41 

      Exatamente. Qual é a coisa certa que você vai ter que fazer? pagar o juro. Então, se você produzir mais, produziu menos. Isso é variável. Agora o juro é fixo, amigo. Então assim, ó, pegou dinheiro. Precisou aumentar a sua alavancagem, vai pagar mais juro, aumentou preço fixo, vai ter que contratar mais gente. Aumentou o custo fixo, vai ter que pagar mais Arrendamento, aumentou o custo fixo, então o que eu estou dizendo aqui para você? Toda vez que foram crescer. Observa os custos fixos. Porque as variáveis já estão na sua cabeça com facilidade, você vai fazer a seguinte conta aqui de padeiro está, não é de agronomia. Agrônomos que me perdoem e, entendam, eu só estou fazendo um exemplo, se eu gasto 1000? Para fazer a fertilização do meu solo. Se eu gasto 1000 dólares para fazer, é o controle de pragas e o manejo da minha vida, da cultura. Se eu gasto 1000 de combustível e vou plantar a mesma cultura No No menu, na mesma região do município, etc, eu vou gastar mais ou menos, né? 1000 de cada uma dessas coisas, Claro que por talhão, se as coisas mudam por talhão, quem dirá numa propriedade é o que eu quero dizer, seguinte. Na média dos talhões, você não vai ter muita diferença. Então você sabe o que esperar dos seus custos variáveis e ninguém vai plantar sem ter uma expectativa de produtividade, que os custos variáveis se paguem. E as pessoas lá fazem relação de troca com isso. Então, beleza. Temos um monte de instrumentos para olhar os custos variáveis e os fixos, campeão. Os fixo. Então, há, mas aí eu vou plantar mais, ocorrer mais. Vou ter mais escala, tem mais volume de produção, com certeza mais receita também. Se colher, é claro. Mas agora ganham escala, você só vai ter, se o aumento dos custos fixos ele foi menor do que o aumento da margem de contribuição, que é aquilo que a receita, menos os seus custos variáveis. Há, mas Antônio, para com isso, está dizendo uma coisa óbvia, todo mundo sabe disso.

       

      Jonas    27:07 

      Sempre pessimista. É sempre pessimista, sempre botando, botando areia no troço, o cara tá aqui olhando, poh cara, está dando, produtividade boa, vou plantar mais, cara, vou plantar mais para colher mais, para ter mais. Aí tu vem com essa um monte de conversa aí. Ó cara, gosta de tá lá olhando a planta nascer,  germinou, germinou. Olha só, está indo bem, está agora. Qual é a sua expectativa de produtividade? É tanto. É isso aí que eu estou vendo aí tu que o cara olha esse negócio de número aí, e como é então, o Antônio que o agricultor que quer crescer, tem que se comportar onde é que ele tem que ele tem que olhar onde ele tem que estar, ele tem que estar na lavoura, ele tem que estar no escritório, ele tem que estar dentro do banco, que que ele tem que fazer então para encontrar essa segurança que tu tá querendo aí que o agricultor tenha acabado com toda a nossa.

       

      Paulo  28:00 

      Nossa brincadeira.

       

      Antônio    28:07 

      então vamos brincar com coisa mais barata.

       

      Jonas   28:11 

      e outra coisa assim, olha esse negócio de ir no banco, aí o cara não gosta do banco também, mas tem que ir, né, pra, pra ver esse negócio de dinheiro

      Antõnio   28:19 

      Cara, sabe que a minha empresa a Agromoney além de dar assessoria econômica para para produtores, empresas do agro, ela também ajuda a fazer CRA. ajuda os originadores a fazer CRA, então, via de regra, eu gosto dos produtores, né? Tomem crédito. O problema é que eu também gosto que eles voltem.

       

      Jonas    28:40 

      Eles continuem.

       

      Antônio    28:41 

      Nos anos seguintes. Então assim é, porra é a coisa tem que ter equilíbrio, tem que ter consciência.

       

      Jonas    28:48 

      Então como é que o cara faz para crescer? Antônio, sem  se perder nisso aí, sabe, sem olha eu, bom, eu estou com um negócio que eu quero que fique, né? Que seja maior que eu tenha mais mais rentabilidade. Eu não estou pensando na realidade, estou pensando em produzir mais, mas aí tu tá me dizendo não, tem que ganhar mais, para aproveitar melhor os recursos que tem. E como é que eu. Conseguiu enxergar, isso, o que lugar que está essa informação aí que eu estou todo dia caminhando em tudo que é lavoura, vendo as coisas acontecerem, está dizendo que eu não sei?

       

      Antônio   29:17 

      Jonas, esse é um. Esse é um ponto muito importante e que passa, inclusive por uma mudança de modelo mental, esta É? Uma mudança de mindset, olha que eu vou dar uma de coach Agora

       

      Gabriel    29:33 

      Agora tu veio?

       

      Jonas    29:37 

      Muda o jeito de pensar, tá É?

       

      Antônio  29:42 

      Mas falando sério? A gente precisa ter uma mudança no modelo de pensar. Porque é o seguinte. Nós temos que entender que o que a gente fez e que deu certo e que nos trouxe até aqui, ele precisa ser valorizado. Precisa ser reconhecido. As pessoas que fizeram e trouxeram o agro até aqui, que trouxeram suas propriedades até aqui. pilotaram na ponta dos dedos, como fazia o Ayrton Senna, é. Precisam ser valorizados, precisam ser reconhecidos. E precisam ser louvados. Só que eu tenho certeza que ninguém fez o que fez sem ter que passar por mudanças, porque mudanças fazem parte. Nós precisamos nos adaptar a aos tempos que vivemos. E as situações que temos? E o crescimento e a. Prosperidade então, hoje nós estamos falando de basicamente o crescimento que eu estava falando, pô, vamos crescer, mas vamos olhar para os ganhos de escala, vamos crescer quando se faz sentido. É, se não faz sentido, não cresce. É isso mesmo que eu vi. Eu não cresci porque porque vai surgir ali na frente uma oportunidade de crescer com ganho de escala. Se você já tiver uma patada de seu dinheiro numa coisa ruim, você não vai conseguir fazer aquilo que era bom. Então, segura a onda e faz direito.

       

      Jonas    31:05 

      Dinheiro bom é no bolso, então é esperando uma oportunidade.

       

      Antônio

      Exatamente e então a outra vertente do crescimento. Quando a gente começa a crescer, nós começamos a mudar de problema. Os problemas começam a ser outros. Quando eu sou lá, pequenininho é, é, fui lá, levantei um Barracão, vamos pensar lá nas gerações dos nossos pais, avós etc. Vou pegar esse pessoal que saiu do Nada e abriu um Barracão no meio de uma coisa mais nada ainda e construiu  fazendas, que poxa vida, são de tirar o chapéu é Essas é o cara. Tinha lá o problema dele era a onça, era mosquito, era, enfim, era manejar o trator. Eram essas coisas. Só que a medida que a gente vai crescendo. Nós precisamos aprender a comandar. E é aí que nós saímos naturalmente de um nível operacional. Para um nível tático e estratégico é que nem jogo de videogame, à medida que você vai avançando. Novas fases vão se abrindo e novos desafios vão surgindo. quando a gente sai de uma propriedade pequena e vai para uma média. Nós conseguimos conquistar isso. Os desafios de um médio produtor não são os mesmos de um pequeno produtor. E quando a gente sai do médio para o grande, os desafios de um grande produtor não são os mesmos, um pequeno produtor ou no médio produtor. E eu vou, e aí eu já vou dar um chute nas canelas do Jonas

       

      Gabriel    33:02 

      toma desavisado

       

      Antônio  33:04 

      imagina eu vou. Olha só o que eu vou te dizer 

       

      Jonas

      tá bravo só porque eu disse que tu é enjoado querendo acabar com a boa, né? Com a diversão do cara, tá bom?

       

      Antônio    33:17 

      Eu quero saber se vai ter coragem de discordar de mim?

       

      Jonas

      Jamais!

       

      Antônio

      aí, os clientes SCADIAgro, vocês têm clientes grandes, correto? Dizem os caras que são bem grandes, certo? Ai eu pergunto para você, esses caras que são bem grandes. Eles sobem em cima do trator.

       

      Gabriel   33:38 

      É difícil.

       

      Jonas    33:40 

      Até gostam, mas não dá tempo, às vezes.

       

      Antônio    33:42 

      Eles conseguem olhar cada talhão da sua propriedade. e todos os dias ao longo do ciclo produtivo.

       

      Jonas   33:50 

      Só se for por satélite.

       

      Antônio  33:51 

      Esses caras, eles muitas vezes não tem resultados bem melhores? Não obtém resultados de produtividade de lavoura. Bem melhores do que produtores que vocês também têm na base de dados de clientes do SCADI que o cara consegue visitar os talhões todos os dias ?

       

      Jonas   34:16 

      Alguns, sim, outros outros não

       

      Antônio    34:19 

      Não, não estou dizendo que é um padrão que todo o grande é melhor, não é isso que eu disse, eu quero dizer o seguinte, nós não temos grandes produtores que conseguem ter resultados melhores do que caras que estão lá o dia inteiro na fazenda.

       

      Jonas   34:34 

      Sim, sim, plantando e colhendo.

       

      Antônio    34:37 

      Qual é a mágica? A mágica é saber crescer. É saber que à medida que nós vamos crescendo, aceitar os novos desafios e aceitar que eles fazem parte do processo de crescimento e abrir a cabeça para eles e aprender a comandar uma outra parte do processo. Quando eu sou pequeno e é só eu e Deus, eu preciso saber operar o cantor. Eu preciso saber mexer na plantadeira, no pulverizador preciso. De fertilização de controle de pragas, é de colheitadeira regular. A gente colheitadeiras de armazenagem de transporte de não sei mais o que é porque sou eu quem tem que fazer tudo isso. Agora, quando a gente começa a crescer. O dia não cresce com a gente. Ele teima em continuar tendo 24 horas. E você não perde o hábito de dormir. Por menos que durma. Então você precisa de gente para fazer as coisas. Se você precisa de gente para fazer as coisas, tem que treinar a gente para fazer as coisas. Então, a primeira dor do crescimento é saber lidar com gente. Porque eu saio de um sujeito que faz tudo. Para um sujeito que precisa delegar. E gente, uma coisa é saber fazer isso é uma arte. Mas fazer com que os outros façam aquilo que você quer do jeito que você quer, é uma técnica. Aliás, é um conjunto de técnicas e nesse conjunto de técnicas passa, não é? E aí não sou eu quem vou falar sobre isso, não é? Aí vem o pessoal da gestão de pessoas que não é uma especialidade, mas nós precisamos aprender a gerir pessoas. E quando a gente aprende A gerir pessoas, nós precisamos. Aliás, quando nós, quando nós aprendemos a delegar coisas para as pessoas. Eu preciso não confundir. O delegar com o de largar. O que é o de largar Jonas? Vai lá afastar o coisa. O Gabriel que estava indo lá, vai lá e faz aquela outra coisa, O Paulo Ozaki

       

      Jonas

      O seu mal-humorado. 

       

      Gabriel

      Não, hoje está, bah tá louco.

       

      Paulo   37:08 

      Hoje ele tá querendo bater mesmo.Hoje ele tirou o dia.

       

      Antônio   37:12 

      É isso, de largar o que que é delegar é você dar a missão. Correta para cada indivíduo de forma clara. Dentro de uma cultura organizacional que seja transparente para todos, que as pessoas saibam. Ou por que que elas estão fazendo? E aí vem uma parte que vocês são muito bons. De um modo que eu possa medir. Se o que eu determinei. Foi, de fato, feito. Se você precisa conferir tudo o que foi feito, você me desculpe, mas você é empregado dos seus empregados. Você tem é que medir. Cobrar, orientar dá todo o suporte e se não funcionou aí troca substituir por alguém alinhado com a cultura organizacional que tem que ser transparente. Todo mundo tem que entender a cultura organizacional e ela tem que ser uma coisa verdadeira e genuína dentro do processo  do negócio e a gente precisa. Medir. Outro aspecto importante do crescimento é que eu começo a me enfrentar a coisas que eu não que antes eu não enfrentava. Eu tinha meia dúzia de boletos para pagar e meia dúzia de boletos para receber, porque era só eu, não é?

       

      Jonas    38:43 

      Eu mesmo resolvi a.

       

      Antônio    38:46 

      Quando eu vou, quando eu viro um médio produtor. Há um universo de coisas.

       

      Jonas    38:52 

      Surgem boletos de todas as partes.

       

      Antônio    38:55 

      Exatamente, é uma desgraça. É uma desgraça, começa a vir o boleto de tudo quanto é lado, e e e. As pessoas, geralmente, começam . Bem é. É bem com, com com boa vontade. A não, essa aqui é fertilizantes, então vou botar aqui no fertilizante, aqui é química. Vou botar isso aqui no químico. Isso aqui é combustível. Voltar não aparece mais. Aqui é combustível, é gasolina ou a diesel, né? Bota no diesel, bota na gasolina, não bota no combustível e já começou a embolar o negócio, aí já começa a vir coisas dúbias.

       

      Jonas    39:29 

      já entregaram ou não entregaram isso aí. foi isso aí que eu comprei mesmo. Já usaram, onde que usaram.

       

      Antônio    39:42 

      Será que estão me roubando. E aí o cara começa a pirar no negócio. E aí a vida começa a ficar um inferno. Então eu preciso ter formas de mensurar. Tudo que entra, tudo que sai de forma organizada, eu vou olhar lá o saco de prego. não de repente, não preciso olhar o saco de prego, mas se eu tiver um bom sistema, e se eu usar esse bom sistema também, importante, se eu tiver um uma um escritório. Se eu pensar no meu negócio como um escritório, gente que do mesmo jeito que eu preciso de uma pessoa para para para operar a máquina, eu preciso de uma pessoa para pagar a conta receber conta, lançar no sistema ou na planilha do Excel, ou seja, no que for, dependendo do tamanho da pessoa ou ela própria. Mas ela tem. Pensam assim? Bom, mas eu vou eu mesmo fazer não beleza? Então você percebe que não tem como gerir o dinheiro quando ele, quando você é um médio produtor, não tem como gerir o dinheiro como geria. Quando você era um pequeno produtor? E aí eu pergunto, o dia continua tendo as mesmas 24 horas, tu vai lá visitar talhão por talhão, todos os dias, ou tu vai cuidar das coisas do escritório? então tu percebe que o desafio começa a mudar. Eu preciso começar a delegar mais, mas eu preciso me mensurar melhores os resultados daquilo que eu deleguei. Eu preciso me preocupar com pessoas, é preciso me preocupar com gestão, econômico financeira. Eu preciso começar a olhar os bons, mas Antônio, o dia tem 24 horas, Como é que eu faço? Cara então tem que começar a fazer Balanço. Porque quando tu olhar o teu Balanço, tu vai entender coisas que tu levaria meses para entender. No Balanço porque o Balanço, esse instrumento, ele O seu princípio ele foi ele, data de 4 ou 6 anos, 6 anos, se não me engano, antes do Brasil ser Descoberto. E aí você tem o negócio está aí até hoje, né? É pra alguma coisa. Ele deve servir, não é uma coisa, estava lá desde antes do Brasil ter sido descoberto e as maiores empresas do mundo fazem? Alguma coisa deve servir, não é? É preciso ter um DRE demonstrativo de resultado do exercício. Sobre sua Terra, relatório de fechamento de safra. Você precisa ter um demonstrativo de fluxo de caixa. Porque, porque? Daí você vai olhar? Os demonstrativos você a partir dos demonstrativos vai ter lá um universo de algumas dezenas de indicadores. E você vai olhar só para os indicadores. Ou seja, não vai gastar energia à toa. Não vai perder tempo, não vai perder tempo contra o parafuso.

       

      Jonas    42:37 

      Então vai dar uma passadinha na lavoura para plantar uns 5 hectares, pelo menos escolher uns 10. Pelo menos isso vai dar.

      Antônio    42:44 

      É Claro que da

       

      jonas    42:45 

      não precisa Abandonar de vez 

       

      Antônio

      é Claro, é Claro que dá, desde que ele saiba organizar o escritório, de modo que ele obtenha os resultados financeiros, que é para isso que está produzindo. E ele consegue delegar na maneira correta as questões produtivas para que para aquelas áreas que ele não vai conseguir estar lá o tempo todo. Então, o que eu quero dizer a medida que você vai crescendo, Você vai ser menos produtor e mais gestor.

       

      Jonas    43:22 

      e pra crescer tem que gostar disso. Se não gostar disso, não vai dar certo. Tem que aprender a gostar disso.

       

      Antônio    43:30 

      Gosta do negócio? Gosta de negócio, que se gosta do negócio, gosta de ver ele crescer, não é, pô? Tem que passar por isso. Tem que fazer isso, tem que se desenvolver nisso. Tem que melhorar a sua visão sobre essas questões gerenciais, porque sem elas você não vai gerar esse negócio. Você vai tocar o seu negócio. Vai tocar, e entre gerir e tocar o negócio, tem uma imensidão de diferença. E tocar a gente toca boi, cara. Negócio não toca negócio, gere. E Aí tem aqueles caras mais resistentes, geralmente o que  Tem medo do novo, não é?

       

      Jonas    44:12 

      Tocando, vai tocando, até que caia

       

      Antônio    44:13 

      Da rua eu. Eu ouço muito isso. Não, não, mas eu gosto, não, não, não está entendendo é que eu gosto é da operação, é, eu nasci pra isso, cara, então contrata um gestor pra tua empresa. E tu vai ser subordinado a ele. Ele vai te dar as horas, vai correr, então beleza, mas tem alguém para fazer isso. Tem alguém pra fazer isso que alguém tem que começar um negócio. E aí eu pergunto. Se você está fazendo uma coisa que seus funcionários deveriam estar fazendo. Quem é que está fazendo aquilo que só você pode fazer? Quer pensar o negócio de forma tática e de forma estratégica. Quem é que está fazendo isso?

       

      Jonas   44:57 

      Deus?

       

      Antônio    44:59 

      Cara, Deus deve estar com algumas coisas mais preocupada

       

      Jonas

       outra coisa mais importante para fazer do que isso

       

      Antônio

      ainda mais nessas épocas de pandemia aqui? Guerra, coitado do velhinho, deve estar cheio de coisas.

       

      Paulo  45:10 

      Mas o Antônio, uma coisa, uma coisa interessante que você comentou aí, né, cara, que eu tô pensando aqui agora? Até desculpa cortar aí. Mas assim, as empresas, familiares, empresas, mesmo. Não estou falando do meio rural, né? Fazendas e tudo mais, quando elas chegam num patamar tão grande assim, elas acabam contratando. Um gestor, um CEO uma pessoa para para gerir um negócio

       

      Antônio

       Para gerir o negócio

       

      Paulo

      Porque é justamente se a gente conseguir fazer esse link não é mais ou menos a mesma coisa, né, cara?

       

      Antônio   45:47 

      É o Paulo, o exemplo que você trouxe é excelente e eu vou dizer um negócio, o que você falou é o passo seguinte. Aí agora eu me tornei muito grande, muito grande, muito grande mesmo. Aí, estou falando pô, são várias fazendas em vários locais distintos, em municípios diferentes. Eu tenho que ir pra lá e pra cá o tempo todo. Há propriedade que eu visitei duas vezes por. Ano esse cara, ele precisa de um gestor. E esse cara e a família desse cara, eles vão formar um conselho, e aí eles vão para um outro nível que o nível da governança corporativa eles vão fazer. Uma organização é plena do negócio, esse cara vai olhar só os indicadores que foram produzidos. Então, o que eu quero dizer, poxa vida, e Aí eu vou trazer um pouquinho a experiência que eu tenho das reuniões com os nossos clientes. Cara, os nossos clientes têm um negócio na mão, na mão, na mão, na mão, vocês acham que eles ficam lá todos os dias lá, abrindo SCADIAgro, cara. Eles abrem os cadeados uma vez na vida e eu tô na morte. Eles querem que a gente. Diga o que está acontecendo com o negócio que a gente apresenta um Painel de indicadores, é esse que, olhando só para o Painel, só para os indicadores. Cara, isso que melhorou e o que piorou a Oh, a gente tem que botar mais foco nisso, a gente botar mais fora aquilo. Quando a gente faz isso, o cara sabe o que ele tem que fazer, ele sabe qual é a agenda dele, o que que eu tenho que executar? Não tenho que executar, quais são ou como é que nós estamos? Olha, cara, nós estamos assim ó O que nós estamos desse jeito aqui nós estamos desses outros, a gente precisa disso é que a gente tá muito bem, isso é que a gente precisa melhorar. A beleza está feito o diagnóstico, já sei onde eu tenho que melhorar, o que eu preciso fazer para melhorar? Olha, a gente pode ir por aqui por aqui ou por aqui? Como é que você quer? Ai, eu quero ir por aqui, então, beleza, agora que tu já sabe qual é o problema, tu já sabe como resolver o problema. Então agora vai lá, resolve o problema. tu. não precisa ser um bom gestor. Ter um escritório com uma pilha é burocrata, não é aquela pilha que se encher de papel cheia de planilha que está ali do seu lado, está ali faz meses e você não olha pra Ela e é cetera. Não, não é assim. E você se culpa porque faz horas que aquela planta ali, você não teve tempo para olhar ou não teve disposição o saco, seja lá o que for, e eu entendo isso é porque o problema é que aquilo não dá prazer de olhar porque não sabem o que procurar nela. Então, quando a gente tem lá as coisas organizadas, quando nós temos um, negócio com os números organizados, de modo que ele possa ser gerido é e. E nós estamos prontos para a mastigá-lo ou então trazer pessoas que possam me ajudar na mastigação e é isso o que que me libera tempo.

       

      Jonas   48:47 

      eu vou conseguir ir lá na lavoura então, vai me deixar ir lá na lavoura?

       

      Antônio    48:56 

      Claro! Gente, o dia tem, o dia tem 24 horas para o homem mais rico do mundo e pro o homem mais pobre do mundo, o dia dura as mesmas 24 horas. Só que a medida que a gente cresce. Mais coisas se apresentam ao longo do dia para serem resolvidas. Se eu não tiver a gestão, elas vão chegar de maneira. Como uma tempestade? Se eu estiver gestão, elas chegam organizadas, eu vou, eu vou resolvendo. Cada uma delas a medida que elas vão chegando, porque eu tenho o critério é, eu tenho, eu sei o que eu tenho que fazer e eu libero o tempo. O gestor precisa ter tempo, cara, quando tu se se se se se você é produtor rural. É porque você não queria ser empregada. Vamos combinar, vamos combinar. É mais fácil. Arrumar um emprego do que tocar do que mesmo tocar na fazenda que interagir. É muito mais fácil ser empregado, certo? Bom, mas eu, então esse cara não quer ser empregado? Então,  esse cara ele e precisa ser dono, ele não pode ser dono e empregado ao mesmo tempo, porque o dia tem uns meses, 24 horas. Então eu preciso liberar tempo. Esse cara tem que ter tempo para viajar. Esse cara tem que ter tempo para pegar a família dele e viajar aonde o dinheiro dele o possa o levar, né? Evidentemente, alguns vão viajar, é mais perto. Os mais longe vai depender do lucro, Claro, mas todos precisam tirar lá uma vez por ano para dar uma viajada para, para, para espairecer, para limpar a cabeça. O cara precisa fazer viagens de trabalho. O cara precisa ir lá ver o que está acontecendo na região do lado, o cara precisa participar do evento. É preciso ir lá passar um dia lá. Se uma palestra, o dia de campo, etc, cara, você manda um empregado lá ver o seu dia de campo para você, para decidir. Claro que não você. Isso é estratégico no negócio. Ai eu não vou, eu vou. Inventei que agora eu vou produzir  tempo. Cara, isso não é uma coisa que surge para a cabeça do Nada. Isso é um processo. E esse é um processo que vem do aprendizado, do conhecimento, da resolução de conhecimento. Se você tiver lá enterrado com a cabeça na lavoura, vai ter tempo para, para, para aprender coisas novas. O gestor tem que ter tempo livre. E para ter tempo livre, ele precisa delegar questões de lavoura. E ele precisa gerir o seu negócio da maneira correta e a maneira correta é através dos indicadores através de métricas. É através de técnicas, porque são elas que liberam o tempo. Você sempre tem duas formas de fazer uma coisa,  a fácil e a difícil. Eu, por exemplo, gostaria de subir no Everest. Seria muito? De helicóptero, claro, bem capaz que eu vou subir escalando aquele negócio agora, porque. Porque é muito mais fácil, não é? Eu não posso, imagina que o objetivo não é subir lá em cima, não é ver a vista lá de cima, sim, sim. Então pega um helicóptero, me deixam em cima, mas eu posso subir. E ainda posso escolher o lado mais difícil, se eu quiser. São escolhas, pessoais, escolhas. Gerir o negócio utilizando as técnicas adequadas para a gestão. Libera tempo, que é o recurso mais escasso que existe. E para encerrar esse ponto é é da maneira d’uma maneira de um exemplo que eu gosto muito. Warren Buffett. Está com, sei lá, quase 90 anos. Eu tenho 41 E ele tem um patrimônio ligeiramente maior que o meu, assim, pois é pouca, sim. Só que, o Warren Buffett, se chegasse com toda aquela Fortuna dele perto de um do meu, da minha miséria, que ao lado dele é o que eu sou, um será velho para doar, buff? Se ele chegasse pra mim, Antônio, eu tenho um Business para ti aqui, um negócio aqui que tu vai chegar de líder. E o que, qual é o Business? Olha só eu descobri aqui, um tem aqui um eu eu financiei uma pesquisa. Que desenvolveu um negócio que? A gente pode trocar de idade, eu fico com a minha idade, eu fico com a tua idade. Eu te dou toda a minha fortuna. Todo o meu dinheiro e tu me dá todo o teu dinheiro. Só que a gente troca tudo, fica com 90 anos e eu fico com os seus 41 topa. tu conhece alguém que toparia uma burrice dessa? Não, cara, sabe por quê? Porque todo o dinheiro do mundo não compra. Pode comprar muita coisa, menos tempo. O tempo ele não, ele não volta, o tempo é a coisa mais escassa que nós temos. É o tempo. Todos nós, no dia que a gente nasce, a ampulheta vira e o tempo está correndo.

       

      Jonas   54:02 

      só vai.

       

      Antônio    54:04 

      Então o tempo é a coisa mais é a coisa mais cara. O que nós temos. E se Warren Buffett chegasse para mim e me fizesse uma proposta, eu diria o vovô. Fora eu não quero ficar com 90 anos nem quanto a fortuna comigo fazer com esse dinheiro com 90 anos. Agora, se quiser me dar toda ela agora para mim, eu vou continuar com a minha idade, eu troco, viu? trocar só as fortunas? Vou trocar o tempo aí. Tô fora. É então, então.

       

      Gabriel    54:32 

      mas tu é bobinho né?

       

      Paulo   54:39 

      Como diz o diz o ditado, bobo é o ovo que não para em pé né

       

      Antônio  54:45 

      Então, então a gente só o tempo é a coisa mais cara que tem, então você tem que administrar bem o seu tempo. E o tempo, você só administra bem se você usar A técnica para gerir. E se você tiver consciência que o processo de ser pequeno para médio produtor é, você vai ter que ter outros desafios de médio para grande. Você vai ter outros desafios e cada vez você terá menos tempo. E se você entrar na loucura de querer fazer tudo, a sua vida, vai ser estressante. Vai ser ruim. Você não vai ter tempo para a sua família, você não vai ter tempo para si mesmo. Sua saúde vai ser uma droga e o seu negócio não vai parar, esperar ele vai arrancar, vai bem por um tempo, mas vai chegar uma hora que até você mesmo vai perder O tesão da coisa, então preciso do negócio. Ele precisa ser gerido e para gerir precisa de técnica e sem ir, a técnica precisa dos indicadores. Então, isso libera tempo. Delegar ao invés de largar. Saber ouvir um sujeito muito mais do escritório do que lavoura. É normal produtores grandes dizerem “o nem lembro se eu entrar dentro de uma colheitadeira, eu não sei nem mexer mais de tanta tecnologia que tem” geralmente isso, que eles hoje têm tanta tecnologia estros que você vai entrar para dentro nem ligar. Não é por causa da tecnologia. Faz muito tempo que eles não entram mesmo, e sabe que eles não entram tempo, não, não entram há muito tempo, porque esse cara se deu conta. Que subir em cima de uma colheitadeira precisa ter um cara muito bom, um cara muito, um profissional bom, o cara íntegro, um cara bom, profissional e que ele vai ter que pagar bem para o cara, etc. Agora tomar aquela decisão estratégica no negócio dele. Só ele pode fazer, então ele precisa dar tempo para as coisas que só ele pode fazer, e ele só faz isso saindo do profissional e indo para o escritório.

       

      Paulo    56:47 

      Legal e olha a cara foi um baita episódio em Antônio assim, cara, assim eu escutando aqui tudo o que você está dizendo, não é? Acho que fecha com chave de ouro tudo aquilo que a gente tem conversado nos últimos anos, né, que é justamente nesse ponto. Quer dizer, se o cara não tiver informação, se o cara não for atrás disso, justamente que né, cara, ele não vai ter tempo para para curtir o trabalho dele, né? Inclusive né, cara? Acho que esse é um ponto.

       

      Gabriel    57:17 

      E um negócio também que fica claro aí, né? No que o Antônio falou? É que assim, o produtor rural gostar do escritório não quer dizer que o cara vai lançar a nota que o cara vai lançar, pagamento que não é isso, não é isso. Gostar do escritório é ele passar por lá, ele sentar lá pra olhar esses indicadores para tomar essas decisões, né? E não ficar correndo atrás de plantadeira, ser o badeco lá da da da plantadeira e tal, não é isso aí que vai fazer o negócio dele crescer, né? Então é cara baita reflexão e vindo do mestre dos magos aí, não é?

       

      Antônio    58:00 

      E isso na verdade a gente aprende até mesmo com os nossos clientes. Não fica, tu vê assim todos viajam todos. cara aquela coisa assim de é ser O pé de boi, né? Querer trabalhar mais que os empregados e tal cara, isso não, não é um bom sinal, não é um bom sinal. Isso funciona até um certo tamanho. Depois de um certo tamanho. Se você não largar esse modelo mental e não se assumir como um gestor. Como um dono de um negócio querer ser tocado de negócio.

       

      Jonas   58:34 

      é pra morrer ou para quebrar.

       

      Antônio   58:35 

      Não vai rolar.

       

      Gabriel    58:37 

      Estar ocupado não quer dizer que é produtivo, não é? Tem isso aí.

       

      Jonas    58:44 

      A gente pode tá ocupado com um monte de coisas, não é? Depende de escolher as coisas certas, gostar do escritório não é gostar, como tu falou, gostar de estar lá. Digitando nota, né? Mas é gostar do que sai de lá, né? Do que ele produz, né? Da informação que é importante . 

       

      Paulo

      É, mas ele vai ser chamado de produtor nutella 

       

      Jonas

      É, é, mas dá para gente, dá pra de vez em quando fazer de conta lá, fazer uma uma foto na plantadeira, uma foto da colheitadeira? sempre da tempo.

       

      Antônio    59:10 

      Mas vamos combinar que é bom Você ouviu um podcast ou você num dia de campo, em uma palestra, aprender uma coisa nova, implementar aquela coisa nova depois de olhar lá nos seus indicadores ver o resultado do negócio crescendo, né? Porra, cara, é uma satisfação.

       

      Gabriel   59:27 

      Cara, é uma pena que eu não não conversei antes, né? E eu não posso citar o nome aqui, mas eu conheço nós temos alguns clientes.

       

      jonas

      eu pensei na hora em um assim

       

      Gabriel

      Nós temos vários clientes, né? Com esse perfil, assim do gestor e que tem um negócio totalmente na mão e o cara crescendo

       

      Antônio   59:51 

      Mas é isso que eu to dizendo

       

      Jonas   59:53 

      e que é quem começou como o Antônio falou, começou fazendo tudo

       

      Gabriel    01:00:02 

      Isso, e hoje raramente o cara vai na lavoura. Toda vez que eu vou visitar, ele está no escritório, sentado lá e o negócio está na mão dele, na mão dele, e ele não tá em cima da plantadeira, ele não está em cima da colheitadeira. O plantio tá torando a colheita tá torando e ele está lá no escritório e de lá, cara, ele. Faz tudo, só que é isso aí que tu falou, entendeu? O cara, o cara aprendeu a olhar o negócio através dos números, cara, é uma aula, vai tomar banho.

       

      Jonas    01:00:41 

      E só consegue colocar coisas novas lá por isso, né? Porque tem tempo pra poder olhar o que tá acontecendo. E ver o que interessa,

       

      Antônio    01:01:05 

      Agora, agora isso que eu tô dizendo, gente, não é não é um modelo, não é uma coisa assim. Aa tô criando aqui um cenário ideal. Não estou dizendo, isso acontece com um monte de pessoas têm este perfil, mas ao seu lado vocês lembram um monte de clientes de vocês. Eu lembro de todos os meus, todos são assim, todos sem exceção, ou seja, os caras gerem o negócio. Tem tempo. Em tempo eu tenho cliente, está toda hora, é indo para Santa Catarina, outros estão indo para Punta, outros estão indo, pega uma moto e vão pra não sei aonde? Outra viagem para fora do país, cara, tem de tudo, os caras tem tempo e os resultados são maravilhosos e aí a gente vê às vezes uns caras assim, que são fascinados pelo trabalho e só dão cabeçadas, mas claro, cara, os caras estão tocando, ele não é gerido. Tão querendo é tocar negócio grande ou tocar o negócio, mas não vai rolar. O tu vai gerir ou vai ser obrigado.

       

      Jonas    01:02:00 

      e uma informação importante que tu falou Antônio, o cara para fazer a subida do Everest. Lá que falou lá do helicóptero, ele tem que ter bastante dinheiro, porque não é qualquer helicóptero. Já cheguei a informação importante aqui, ele tem que estar com o negócio dele em dia mesmo e com uma rentabilidade boa que ele vai gastar num helicóptero de.

       

      Antônio  01:02:22 

      Eu imagino. 8000 metros deve ser um animal.

       

      Jonas    01:02:26 

      Que não é de qualquer.

       

      Antônio    01:02:27 

      Como isso é uma coisa que nunca me passou pela cabeça. Me veio agora, né? Então, resolveu fazer agora a pesquisa.

       

      Paulo    01:02:37 

      Antônio a luz, escalador do Everest.

       

      Antônio    01:02:41 

      profissional

       

      Paulo   01:02:44 

      Eu quero dizer para você, cara, que como sempre, é uma baita duma aula, ter você aqui é um baita d’um prazer, cara. É, tenho certeza que quem está lá do outro lado ouvindo, né? Esse episódio muita gente já refletiu com as suas reflexões, que eu tenho certeza que quem ouviu agora refletiu ainda mais, né, cara? Por outros aspectos, sempre relacionados a esse tópico que a gente conversa, né? Então queria agradecer de novo, né? Trigésimo episódio aqui. Contigo foi um, episódio não é comemorativa é a cada 10, não é, uma coisa eu devo trazer a cada 10. Eu estou em cada 10 você. Muito obrigado, cara. Parabéns, meu amigo pelo trabalho e.

       

      Antônio    01:03:26 

      Não me convide porque eu aceito, cara, não faça isso.

       

      Gabriel  01:03:29 

      o Antônio, eu queria te agradecer também, não é? Já deixo aqui o meu agradecimento e, cara, eu vou ter que dar esse spoiler aí, Claro, de setembro, papo, à vamos deixar esse é um solzinho no bucho da galera

       

      Paulo    01:03:45 

      Vamos deixar o anzolzinho no bucho, porque eu acho que nós vamos conhecer muita gente lá no RS

       

      Gabriel  01:03:48 

      Em setembro, nós vamos gravar um episódio lá na Expointer com o Antônio da Luz

       

      Antônio  01:04:01 

      Já providenciei o lugar, inclusive a.

       

      Gabriel    01:04:04 

      Toma, toma o que te mandar.

       

      Jonas   01:04:06 

      Assuntou, o que não falta.

       

      Paulo    01:04:11 

      estamos bem

       

      Gabriel    01:04:12 

      beleza, Antônio, obrigado, viu de coração.

       

      Antônio    01:04:16 

      muitíssimo obrigado pelo convite. Para mim é sempre uma honra estar aqui no agro resenha eu que sou um ouvinte do agro resenha todo, é o gestão rural, Claro. ouço com Porto ainda mais deleite porque sempre aprendendo, mas é, é, é muito bom, aqui está com vocês, é muito bom estar com a audiência de vocês, que é enorme, é não vejo a hora desse episódio ir pro ar. e o meu WhatsApp aqui começaram a receber feedback bacana de gente do Brasil inteiro que ouve podcast do agro, resenha impressionante é onde? Aonde tem gente, tem gente ouvindo O podcast agro resenha.

      Gabriel    01:04:54 

      Daqui uns tempos, segundo Elon Musk. Vai ter gente em Marte também, escutando.

       

      Antônio    01:05:02 

      Se tiver gente em Marte, vai ter que fazer agricultura

       

      Jonas

      agricultura com rentabilidade.Tem certeza que você vai mais uma vez atingir aí um Monte de produtor que está nesse nesse momento aí de continuar e para ele continuar, ele vai ter que continuar com o gestão. A gente falou aí há eu me lembro do fulano e os meus clientes são assim. Mas como começou a nossa carteira? A maioria dos clientes é assim porque eles, se eles estão buscando informação e se eles estão buscando melhorar, estão buscando indicadores, é porque eles já entenderam que só pode crescer assim. E em todo o episódio que a gente faz, tu consegue juntar mais muita, muitos produtores aí que às vezes estão meio desiludidos com o que estão fazendo e meio sem saber para onde vão. É, a gente tem muito retorno, muito, muito feedback de que escutei tal coisa e entendi para onde eu tinha que ir para conseguir crescer. Escutei tal coisa, viu? O que eu estava fazendo errado? E aí isso tudo só está fazendo a gente cumprir com o nosso compromisso aí de manter esses produtores na lida. Como a gente fala aí. Mas na lida boa, né? Não é tocando. O negócio é gerido, muito obrigado por nos dar mais uma aula e já posso descer da arquibancada, o mate acabou.

       

      Gabriel    01:06:21 

      Ou deixa eu. Deixa eu mandar aqui um salve especial aqui pra Valentina, que é fã de carteirinha do Antônio da Luz e escuta todos os nossos episódios lá de Bagé,  verdade Valentina Martins, parente minha lá, lá de Bagé.

       

      Antônio    01:06:40 

      Um abração pra Valentina Martins.

       

      Gabriel    01:06:41 

      Nossa cara, caiu da cadeira, em e japa independente. Cara de tudo isso que o Antônio falou. Independente de qualquer coisa que o cara tem indicador Painel. Se chover.

       

      Paulo    01:07:00 

      Precisa molhar a horta Não, isso aí é verdade.

       

      Antônio    01:07:03 

      Não precisa, isso é importante também.

       

      Jonas   01:07:06 

      Não vai, porque encharcar também não dá, né? Olha que vai sogar né quando enche de  água é sogar

       

      Paulo    01:07:14 

      É o seguinte: O Jonas tá alto pra roçar, tá? Ta baixo pra carpir, molhado para queimar é mais ou menos assim né?

    • Você também pode acessar esse bate-papo no Youtube!

 

 

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